Prefeito padre Joselito participa do Programa Jota Silva e fala dos avanços na gestão municipal

11 de maio de 2021

Durante o programa, na Rádio Gravatá FM, o gestor municipal também falou sobre questões do concurso público,
entrega das casas populares e reconstrução do pontilhão

 Na noite da segunda-feira (10), o prefeito de Gravatá, padre Joselito, participou do Programa Jota Silva, pela Rádio Gravatá FM. Na ocasião, o gestor municipal apresentou avanços que foram realizados nos primeiros meses de gestão, com destaque para os serviços de saúde.
Entre os diversos assuntos, destaque para a inauguração dos dez leitos de UTI no Hospital Municipal Dr. Paulo da Veiga Pessoa, que vêm salvando vidas no combate à pandemia do novo coronavírus. A inauguração do Centro de Vacinação, na Rua do Norte, o Centro de Testagem, no bairro do Prado e a Clínica da Mulher, equipamentos novos que oferecem melhor atendimento e conforto aos gravataense.

Jota Silva também questionou o prefeito de Gravatá sobre a questão do Pontilhão da Ferrovia, que existia no cruzamento da Rua Amaury de Medeiros. “O senhor falou que vai ter que reconstruir o pontilhão que foi derrubado na época do prefeito que foi afastado. Realmente vai ter que reconstruir? É necessário?”, perguntou o radialista.
O prefeito respondeu: “Um dos pontos críticos do trânsito em Gravatá reside ali. Todos nós sabemos. Sem o pontilhão já está do jeito que está, imagina com o pontilhão? O Ministério Público Federal (MPF) notificou o município. Em 2019, a gestão passada fez um acordo com o MPF para a reconstrução do pontilhão e apresentou um projeto, que foi homologado pelo juiz da 37ª Vara Federal. Agora o MPF está cobrando o cronograma do projeto que não foi executado desde 2019. E eu pergunto: por que não foi executado?”, questiona o prefeito.

Padre Joselito continuou: “Em janeiro de 2021, a procuradoria do município pediu a suspensão do processo por seis meses, para que a secretaria de infraestrutura, mobilidade e controle urbano possa avaliar a situação. O pedido foi negado. Porém, suspenderam por 30 dias. No final do mês de março foi solicitada novamente a suspensão pela procuradoria do município e mais uma vez foi negada”.
Para finalizar sobre o tema, o gestor municipal explicou que a orientação do MPF é que o projeto a ser executado deve ser o apresentado pela gestão passada, em 2019. Em abril deste, o juiz suspendeu e marcou uma audiência para o dia 13 de julho de 2021, que contará com a presença do prefeito e equipe técnica da Secretaria de Infraestrutura para apresentar a realidade, a necessidade de refazer o projeto, pois que o que existe não atende as necessidades.

CONCURSO PÚBLICO: Outro ponto abordado foi a questão do concurso público, que está suspenso desde 2020. “Nossa gestão de forma alguma é contra concurseiro, nenhum, coloque isso na cabeça. Uma vez sendo detectadas algumas irregularidades, então o próprio sindicato de professores entra com esta ação de modo que, no final do ano passado ao apagar das luzes, já havia uma orientação para que, provas não fossem realizadas, e foram. Assim sendo o concurso ficou suspenso. Está em andamento uma auditoria pelo Ministério Público em todo processo do concurso. E nossa gestão acompanha com atenção, aguardando o resultado. Se o resultado for a legitimação do concurso, aqui estou para chamar de imediato quem passou. Se a solução for pela não legitimação, então não poderemos chamar

De modo que sou sensível e tenho consciência sobre a pessoa que fez o concurso, os gastos que teve, a crença que teve, o estudo que fez, passou obteve uma boa colocação e não ser chamado isso é terrível. Agora, estou aguardando uma decisão, não foi a gestão do padre que complicou a vida dos concurseiros. Estamos aguardando uma decisão para que de fato a solução dada seja colocada em prática.

UNIDADES HABITACIONAIS: Para finalizar, o prefeito também falou sobre a entrega das casas populares do Programa Casa Verde e Amarela.

“Eu respondo fazendo outra pergunta. Por que as casas não foram entregues durante todo esse tempo? Uma primeira etapa ficou pronta. Teremos mais duas etapas, inclusive a empresa que fará a segunda etapa já esteve comigo. Mas por que não foi entregue? O que houve? Faltou fazer o dever de casa. Nossa gestão também sensível a realidade e situação das pessoas, através de reuniões com a Caixa Econômica, eu pessoalmente quis saber o que de fato aconteceu e, iniciamos uma auditoria. Porque é importante que tanto o gestor e a gestão tenham consciência do que aconteceu, como também as pessoas, que foram indicadas ou através de sorteio. Porque antes de ocupar as casas, é necessário que haja uma ação social, um trabalho social junto as pessoas que irão ocupar as casas. E esse trabalho não foi feito! Então caiu para nossa gestão ainda fazer esse trabalho para poder entregar. Quem mais deseja as casas está aqui”, finalizou o prefeito de Gravatá, Padre Joselito.
Fotos: Marcone Barros (SECOM)

 

Last modified: 11 de maio de 2021

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Skip to content