XI Festival Virtuosi tem início nesta sexta-feira (02)

2 de agosto de 2019

Foto: SECOM Gravatá

A XI edição do Festival Virtuosi de Gravatá terá início na noite desta sexta-feira (3), às 20h, na Igreja Matriz de Sant’Ana. Dirigida pelo maestro Rafael Garcia, a abertura do festival de música clássica esse ano ficará por conta do Coro de Câmara de Campina Grande e do grupo Iamaká, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPB).

Sob a regência do suíço Vladimir Silva, o coro e o grupo da UFPB apresentarão o “Requim dos Oprimidos”, obra do compositor paraibano Eli-Eri Moura, em homenagem a Jackson do Pandeiro.

A edição deste ano terá a duração de oito dias consecutivos, seguindo até a o dia 9 de agosto, próxima sexta-feira, envolvendo o melhor da música erudita com atrações nacionais e internacionais. 

Além das apresentações, o Virtuosi promove o masterclasses, um curso de música para instrumentistas experientes promovido pelos artistas que se apresentam no festival. Nesta edição, o curso acontecerá na Pousada Casulo e contemplará aulas de instrumentos de corda. Os 24 alunos de diversos estados brasileiros, que já foram selecionados pela equipe organizadora, poderão ter participações especiais durante a programação.

Quem são que se apresentam nesta sexta?

Coro de Câmara de Campina Grande

O Coro de Câmara de Campina Grande é um grupo ligado ao curso de Música da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Desde sua fundação, em 2010, é regido pelo maestro Vladimir Silva, com quem já se apresentou em vários estados brasileiros, na América do Norte e Europa. Tem se dedicado à interpretação de repertório variado, destacando-se as apresentações de obras brasileiras, sobretudo de compositores nordestinos.

Grupo Iemaká

Ligado ao Departamento de Música do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa, e contando com a participação de professores do Instituto Federal da Paraíba – (IFPB), além de artistas autônomos, o IAMAKÁ desenvolve um trabalho que abrange, com ineditismo, os dois extremos da música ocidental: de um lado a música antiga, em novos arranjos e roupagens, e de outro a contemporânea, com ênfase em compositores brasileiros, envolvendo canto e instrumentos. Além dos instrumentos tradicionais, como violino, violoncelo e violão, outros são utilizados pelo grupo, como marimbau, percussões diversas e flautas doces, dentre essas uma flauta contrabaixo com dois metros de altura. 

Last modified: 2 de agosto de 2019

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