Prefeitura de Gravatá implanta projeto de prevenção contra a Esquistossomose

31 de agosto de 2018

A Prefeitura de Gravatá, através da Vigilância Ambiental e em parceria com o Departamento de Atenção Básica, deu início, nesta semana, a um projeto que visa diagnosticar casos de esquistossomose, entre os moradores da zona rural.

O projeto funciona a partir da entrega de potes de coleta de fezes para as comunidades locais e pelo recolhimento semanal do material realizado pelos Agentes de Saúde. Após as coletas, as amostras seguem para avaliação em laboratório.

A primeira Unidade de Saúde a ser contemplada foi a do sítio Lagoa do Fernando. Durante a semana, já foram entregues mais de 150 potes para exame, dos quais 120 já foram coletados.

“Foi a primeira vez que passaram por aqui fazendo esse tipo de exame. É de grande importância para todo mundo. A moça que distribuiu o pote explicou tudo direitinho. Foi maravilhoso, nos sentimos mais seguros”, disse Seu João Silva, 74 anos, morador da localidade. 

A doença, conhecida popularmente como “barriga d’água”, é causada pelo verme da espécie “Shistosoma”. O caramujo, presente na água doce, é o hospedeiro do parasita e pode transmitir a doença ao ser humano, por meio de contato com a água.  

“Como muitas regiões da zona rural são propícias para o contágio da doença, diante da existência de açudes e riachos, o projeto é uma iniciativa que vai facilitar a identificação precoce da doença, oferecendo um um tratamento mais eficaz para população.” Destacou Pietra Lemos, assessora da Vigilância Ambiental.

 

Last modified: 31 de agosto de 2018

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