Cordelista Edgar Nunes Batista tem sua história revivida por mais de 700 alunos da rede municipal

12 de dezembro de 2019

Fotos: Bruno Santana / SECOM Gravatá

Mais de 700 alunos da Escola Edgar Nunes Batista reviveram a história do cordelista gravataense que deu nome à instituição e que deixou um legado de arte e cultura no município. Duas décadas após seu falecimento, a família de Edgar foi surpreendida com as homenagens preparadas pelos estudantes na noite desta quarta-feira (11). Sob a temática “Edgar Nunes Batista: sua história, várias lembranças”, o evento foi na rua Cleto Campelo, em frente ao Memorial de Gravatá.

“Todas as turmas estudaram e vivenciaram essa história. O mais legal foi ver o envolvimento de todos os alunos, educadores e as famílias, que também participaram. Nós descobrimos talentos na escola e o resultado do nosso trabalho trouxe muita emoção pra minha família e amigos do meu pai”, registrou a educadora Suzana Maria Nunes Batista, filha do homenageado e que, hoje, é Gestora da instituição que recebeu o nome do pai.

Através da recitação de cordel, poemas, apresentações de música, teatro e exposição fotográfica, os jovens contaram a vida do poeta, desde a sua infância, até o momento em que que nasceram as grandes obras que marcaram sua carreira.

“Fiz questão de presenciar esse momento de homenagem mais que merecida ao patrono dessa escola, que é tão importante para a nossa rede municipal de ensino. Além do reconhecimento a esse cordelista que marcou a história de Gravatá, a relevância de um evento como esse é a possibilidade de resgatar a história e destacar a importância de quem construiu com muito trabalho a nossa cidade”, destacou o Prefeito Joaquim Neto.

O evento fez parte de um programa da Secretaria Municipal de Educação, que tem estimulado o resgate cultural e dado destaque à história de diversas personalidades gravataenses.

“Estamos apostando nessa ideia de resgatar as memórias. Todas as nossas ações nesse sentido têm sido feitas pra que os alunos conheçam quem foram as figuras que fizeram Gravatá. Esse projeto durou cerca de quatro meses e vimos que muitos alunos não sabiam quem era Edgar e, hoje, estão aqui contando e mantendo vivo o seu legado. Isso é investir na identidade cultural desse lugar”, explicou Iris Dias, Secretária de Educação.

Last modified: 12 de dezembro de 2019

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