Construção da radial urbana: Moradores comemoram a notícia

6 de novembro de 2019

Fotos: Ricardo Labastier / SECOM Gravatá

Dois dias após a assinatura da ordem de serviço para a construção da primeira etapa da radial urbana de Gravatá, que ligará o bairro da Cohab II ao Porta Florada, além do serviço de pavimentação das ruas Waldemar de Oliveira e Adolfo Poroca, o assunto já está repercutindo entre os moradores, que já apontam alguns benefícios que a cidade terá após as obras.

“Eu já sabia que havia o projeto dessa ponte, mas, pra falar a verdade, eu já nem acreditava mais. Agora, a gente vê que vai se concretizar e isso trará muitas melhoras pra nós, principalmente, em relação ao trânsito da rua Amaury de Medeiros, que tem dias que está terrível e sofremos muito pra conseguir chegar em casa”, disse Ana Lúcia, moradora da rua Um, da Cohab II.

 

“Eu tenho um galpão em frente ao local onde será feita a obra e fiquei muito feliz quando soube dessa construção, porque isso vai valorizar muito o nosso bairro. Além de asfaltar a rua, a melhor coisa é saber que vamos conseguir ter um acesso melhor, porque vai acabar com esse engarrafamento nos horários de pico dessa Amaury de Medeiros”, enfatizou José Antônio, conhecido como Dé do Ônibus.

Além das melhorias geradas no trânsito, os comerciantes Joseilson Silva e Edvânia Bezerra também destacaram que novas construções particulares tendem a aparecer nas redondezas após a finalização da radial.

“A movimentação de carros terá muito mais fluidez. Principalmente em época de eventos na cidade, fica bem difícil se locomover por essa área que está entre bairros bem populosos, como a Cohab II, Bairro Novo e Boa Vista. Nós, que trabalhamos com construção civil, ficamos bem felizes com essa obra, porque dará mais empregos, tanto direto, quanto indireto, porque a tendência é que a área ganhe investimentos particulares”, registrou Joseilson.

O Secretário de Infraestrutura, Euclides Gomes, explicou o que já está sendo realizado agora, para que os trabalhos sejam iniciados.

“Já estamos fazendo a relocação do projeto, que consiste no estudo topográfico do local onde será a obra, da marcação do eixo onde ficará a ponte e do sistema viário para caracterizar a faixa de domínio que precisará de aterro para ter acesso ao local e para definir a localização exata da construção. Também vamos deixar tudo pronto para montar o acampamento de apoio aos trabalhadores que vão atuar no processo”, pontuou.

Last modified: 6 de novembro de 2019

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