2ª Conferência Municipal da Pessoa com Deficiência foi realizada nesta sexta (20)

20 de setembro de 2019

Fotos: Bruno Santana / SECOM Gravatá

A Prefeitura de Gravatá, através da Secretaria de Assistência Social, por meio do Centro de Inclusão de Gravatá – CIG e do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência – COMUD, realizou nesta sexta-feira (20) a 2° Conferência Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, no prédio da Associação Atlética do Banco do Brasil – AABB.

Sob a temática para 2019 “Família e pessoa com deficiência, protagonistas na implementação de políticas públicas”, o evento contou com uma série de apresentações culturais, palestras, além de apresentação de casos de sucesso de pessoas com deficiência que superaram o preconceito e obstáculos.

“Ver esse auditório lotado de pessoas debatendo políticas públicas pra garantir a plena inclusão social me traz muita satisfação. Com isso, nossa cidade avança nesse quesito, que passou um bom tempo sendo ignorado, mas que eu fiz questão de colocar em pauta na minha gestão, com o intuito de construir uma Gravatá melhor pra todos”, enfatizou o Prefeito Joaquim Neto.

 

“Esse é um momento para a comunidade conferir as políticas que já estão funcionando e ver o que a gente ainda precisa garantir para que as pessoas com deficiência tenham melhor qualidade de vida. Um dos pontos que já estão funcionando no município é a existência do conselho que estava desativado, mas que voltou e conta com a atuação de participantes da sociedade civil e governamental. O COMUD representa a voz de um grupo de pessoas que necessitam de articulação política para que sejam subsidiadas e assistidas por programas sociais”, explicou a Presidente do COMUD, Simone Rocha.

O Secretário Executivo de Assistência Social, Fernando Júnior, ressaltou que o evento também serviu para representar um momento de troca entre a comunidade e os programas sociais do município.

“A gente pôde ouvir as experiências de pessoas com deficiência, dos familiares, profissionais que trabalham em nossos programas e, assim, saber como está sendo avaliado o nosso trabalho. Daqui, saíram boas propostas, com novos parâmetros para que as políticas públicas sejam de fato de inclusão em nossa cidade”, pontuou.

A pequena Helena, de 4 anos, diagnosticada com autismo, recebe acompanhamento pelo CIG. Helen Kaline, mãe de Helena, contou sobre sua experiência e sobre a evolução da  filha depois dos acompanhamentos profissionais no centro.

“Minha filha mudou muito. Ela não se socializava, quase não falava e era bem mais agitada do que é hoje. Agora, ela abraça, cumprimenta as pessoas e até tem amiguinhos. O CIG tem sido fundamental no desenvolvimento dela e eu só tenho o que agradecer. São momentos como esse que nos permitem lutar pelo direito das pessoas com deficiência, que infelizmente, muitas das vezes, acabam passando invisíveis pela sociedade”, registrou.

A Conferência Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência acontece a cada dois anos. Ela acontece primeiro nos municípios, para em seguida ser realizada nos estados e a nível nacional. Em cada etapa, representantes dos governos, da sociedade civil e de organizações não governamentais se reúnem para propor políticas públicas, bem como metas, e estratégias para alcançá-las para que venham favorecer efetivamente a acessibilidade e a inclusão de pessoas com deficiência em todo o país.

Last modified: 20 de setembro de 2019

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